A Associação Empresarial do
Porto Santo (AEPS) organizou, na manhã deste sábado, uma conferência integrada no Dia
Nacional do Empresário.

Para Nuno Batista é mais do
que fundamental, ter um tecido empresarial forte na ilha. “Era muito importante e passados dois anos, ouvir
o tecido empresarial e tentar perceber o que poderemos melhorar e o que de menos
bom possa ter acontecido”, disse.

“Como tenho defendido, o
coração da ilha é sempre as entidades públicas e privadas, como o comércio
local, que em conjunto poderão criar as melhores soluções para o futuro das
famílias e para que consigamos durante todo ano um
rendimento estável e a sustentabilidade para dar qualidade de vida aos
porto-santenses”, insistiu.

Já Rafaela Melim, presidente
da Associação Empresarial do Porto Santo disse que actualmente “ser empresário
é sabemos que é muito difícil, e ainda por cima numa ilha como a do Porto
Santo, e com as nossas caraterísticas é ainda mais difícil”.

A empresária na área da
restauração recordou as dificuldades “da sazonalidade, transportes e também,
um dos nossos principais problemas é efectivamente a carga fiscal”.

“É muito importante haver as
associações que aparentemente podem não fazer grande diferença, mas que, depois,
vão vendo os seus frutos a serem colhidos”, afirmou.

Para Rafaela Melim, umas
principais reivindicações foi “o custo do
transporte de mercadorias". "Vemos que a nossa insistência é também uma
preocupação do município, e portanto, o transporte em agrupagem irá ser uma
realidade efectiva”, revelou.

Vários oradores foram
convidados para esta iniciativa da AEPS, como Duarte Freitas do IDE, Noélia
Santos da Zarconta, Marco Fernandes do Novo Banco. A referido evento decorreu
nos Paços do Concelho do Porto Santo e contou ainda com presidente da edilidade,
Nuno Batista, e Roberto Silva, adjunto da Secretaria Regional das Finanças.