Apesar do primeiro-ministro ter pedido a
demissão e Marcelo Rebelo de Sousa confirmar a intenção de dissolver a
Assembleia da República foi decidido que os decretos de demissão e dissolução
fossem adiados e, assim, permitissem que o Orçamento de Estado fosse discutido
sem nenhum entrave. Deste modo, a demissão de António Costa não põe em causa o
aumento das pensões, previstos na proposta do Orçamento de Estado para 2024. A
DECO explicou os aumentos.
D+Madeira
Aumento das pensões mantém-se
Apesar da demissão do primeiro-ministro medida vai concretizar-se
