A
organização do Azores Rali reagiu hoje, num comunicado, às declarações do
presidente da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK), Ni Amorim, que
anunciou a não integração da prova no Campeonato Portugal de Ralis de 2024.

Um
comunicado onde a direcção do Grupo Desportivo Comercial mete ‘ao barulho’ o Rali
Vinho da Madeira, sugerindo que, ao invés de ter sido dado a escolher aos
pilotos nacionais a participação entre o Azores Rally e o Rallye Casinos do Algarve, a outra
opção fosse a prova madeirense.

“Para a subida ao CPR de um rali de
asfalto, observado para essa subida enquanto rali de asfalto, faria sentido ir
substituir um dos ralis de asfalto que integrassem essa competição. Teria feito
muito mais sentido colocar essa questão relativamente ao Rallye Casinos do
Algarve e ao Rali Vinho da Madeira, que se disputavam no mesmo tipo de piso”,
refere o comunicado do GD Comercial, já no seu final, considerando "incorrecto
dizer que os pilotos
não querem vir correr aos Açores”.

Num outro
ponto do comunicado, o GD Comercial alude, ainda, a que “no passado pudemos
testemunhar situações gravíssimas em outras provas do CPR, incluindo
fatalidades, sem nenhuma consequência para as mesmas”. Recorde-se que o Rali
Vinho Madeira foi uma das provas em que se verificou, numa das últimas edições, um acidente
mortal.

No mesmo comunicado, o clube organizador do
Azores Rallye dirige duras críticas à FPAK, na pessoa do seu presidente Ni Amorim.