"Estamos a preparar a cidade de
forma inteligente, procurando que o alcance das nossas políticas seja
transversal a todas as gerações, fazendo, para isso, uso das vantagens que nos
oferecem as novas tecnologias, mas de forma inclusiva e agregadora, atendendo
às nossas especificidades e à dimensão dos problemas que colectivamente
enfrentamos", disse o presidente da Câmara Municipal do Funchal, Pedro Calado, na sessão aberta, na FNAC, do clube Funchal Agora Speakers, que abordou os desafios das cidades inteligentes.

O autarca deu vários exemplos, desde a semaforização inteligente que está a
ser planeada para responder aos desafios de mobilidade, aos 12 milhões de euros investidos na
rede de água, a pensar na sustentabilidade ambiental.

Para além de ter elencado os
benefícios da instalação de 81 câmaras de videovigilância, que têm como objectivo ajudar as
autoridades policiais a combater a pequena criminalidade, ou as 26 câmaras, que já se encontram em funcionamento para a contagem automática de tráfego automóvel.

Isto numa cidade onde "75% das
interacções diárias com o município já é feita de forma digital e de ter sido
inaugurado à relativamente pouco tempo um Centro de Comando e Controlo (o
CIGMA), que agrega num único espaço modular e funcional, toda a gestão das
plataformas de serviços e canais da autarquia, e permite a monitorização, em
tempo real, não só dos serviços e solicitações dos munícipes, mas, também, de
um conjunto de indicadores e informação da cidade a vários níveis", refere nota enviada.

Foram vários os exemplos dados
por Pedro Calado, que para além da intervenção, foi também interpelado e
avaliado pela plateia, num registo diferente, inovador e descontraído de
aprender e desenvolver as capacidades de comunicação.