Pouco depois de terem sido proferidos os dois discursos
que marcaram a tomada de posse do novo governo, o líder parlamentar do CDS,
Lopes da Fonseca, manifestava a convicção de que “os madeirenses e
porto-santenses podem estar cientes que este governo, assim como o parlamento,
vão ter um trabalho que irá ser profundamente exigente, tendo em conta que o
quadro político mudou em termos da maioria, mas por outro lado é aliciante
porque exigirá cada vez mais diálogo e a abertura a este diálogo quer entre a
maioria, quer entre os partidos da oposição”.

O deputado centrista espera que o novo mandato seja
pautado pela abertura ao diálogo, convicto que “o governo também irá certamente
encaminhar-se por essa via do diálogo e de abertura cada vez maior entre os
membros do governo e o parlamento, que é isso que os madeirenses e
porto-santenses querem, no sentido de solucionar os seus problemas e aproveitar
as melhores propostas para os solucionar”, apontou