Os
vereadores da maioria 'Funchal Sempre à Frente' na Câmara Municipal do Funchal,
aprovaram, esta manhã, um protocolo de colaboração com a Altice Labs, com
enfoque na criação de um pólo satélite, no Centro Cultural e de Investigação do
Funchal (antigo Matadouro), para desenvolvimento local de iniciativas de
inovação de base tecnológica que, de forma direta ou indireta, contribuam para
a competitividade do Município em termos tecnológicos e científicos. O
protocolo será assinado amanhã no edifício dos Paços do Concelho.
Da
reunião de Câmara resultou, também a adjudicação da obra renovação de ramais de
água potável, associada ao controlo de fugas, no valor de 1.2 milhões euros, e
a expropriação, com a consequente tomada de posse administrativa, de um imóvel
localizado ao Beco do Madureira, abrangido pela Operação de Reabilitação Urbana
Sistemática do Centro Histórico do Funchal, e do qual resultará num
investimento do Município em habitação social para casais jovens.
A
CMF deliberou ainda atribuir 45 mil euros para várias associações desportivas e
de apoio social, conforme foi adiantado por Pedro Calado no final de reunião
semanal do executivo autárquico.
Pedro
Calado que aproveitou as propostas da oposição para convidar os vereadores sem
pelouro - convite que foi aceite - a se juntarem ao departamento de
educação da CMF, para contribuírem com propostas para o novo regulamento de
apoio aos estudantes ao Ensino Superior, que está a ser elaborado.
O presidente do Câmara do Funchal recorda que este ano o regulamento de apoio já
inclui mestrados e cursos técnicos profissionais, pretendendo alargar aos
doutoramentos.
Sobre
as multas de estacionamento cobradas pelo município, através da Frente Mar
Funchal, Pedro Calado garante que a mesma tem poder de fiscalizar e cobrar as
multas, cujos montantes e processos de contraordenação são posteriormente
enviados à Direção Regional de Economia e Transportes Terrestes, única entidade
na região com competências nesta matéria.
A
FrenteMar Funchal está apenas a ficar com as verbas que resultam da exploração
direta do estacionamento, pelo que não há nada de ilegal aqui. “Ilegal seria
devolver dinheiro aos infratores”, rematou Pedro Calado, “que é o que pretende
a Coligação Confiança.
