O Sindicato
dos Trabalhadores de Escritório, Comércio e Serviços da Madeira (SITAM)
entregou, esta tarde, na Presidência do Governo Regional, na Secretaria
Regional da Economia e na Secretaria Regional da Inclusão e Cidadania uma “oposição
fundamentada” à proposta de ‘Extensão do
Contrato Colectivo de Trabalho para o Sector de Empregados de Escriório,
Comércio e Ourivesarias da Região’, publicado este mês no Jornal Oficial
(JORAM).
Um acordo de
contrato colectivo que terá sido estabelecido entre a ACIF e um sindicato que
não terá expressão na Região, o SICOS – Sindicato Independente do Comércio e
Serviços.
“Como não
conseguiram esvaziar o contrato colectivo celebrado com o SITAM, encontraram um
sindicato no continente que não conhece, minimamente, a situação laboral e o
tecido empresarial e que não tem associados na Madeira”, denuncia Ivo Silva, do
SITAM.
O sindicato
madeirense acusa a ACIF de procurar, com esta estratégia, retirar direitos aso
trabalhadores, nomeadamente valor das diuturnidades pagas, abono para falhas e
progressões na carreira.
“O sindicato
pediu a intervenção e quem o deveria fazer e deveria ser eficaz, que era o
governo, não fez nada”, protesta.

