A companhia aérea
portuguesa euroAtlantic airways (EAA) garante ter em curso várias negociações tendo em vista a operação de novas ligações aéreas, sobre as quais mantém "o total sigilo enquanto decorrem situações negociais, não comunicando informações sobre negociações que não estejam oficialmente fechadas".

A posição da companhia surge sob forma de comunicado, emitido esta tarde, através da agência de comunicação BDC, após "informações que têm vindo a público em vários meios de comunicação sobre uma
ligação aérea entre o Funchal e Caracas", dando conta que se "demarca por completo
do conteúdo das notícias veiculadas".

Mais, a companhia faz saber que "comunicará a seu tempo e publicamente qualquer informação oficial sobre a
conclusão de negociações que tem em curso".

Notícia de 26 de Julho (150 KB)

Com base em declarações feitas por Carlos Schulz Nunes, o português que para além de agilizar contactos de modo a que o desejo de toda a comunidade se concretizasse, e continua empenhado em resolver todos os problemas logísticos que ditam para já o adiamento da operação - acompanhadas do comentário secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Paulo Cafôfo, o DIÁRIO publicou em primeira mão na edição de 26 de Julho que a companhia aérea portuguesa euroAtlantic iria garantir as ligações directas na rota Funchal-Caracas, voo que teria uma frequência semanal na época com maior procura e em datas específicas, passando a quinzenal nas datas em que se perspectiva uma menor ocupação da aeronave.

Por parte do DIÁRIO, em nenhum momento foi atribuída à companhia aérea a autoria de informações fornecidas, até porque as mesmas foram sempre facultadas por fontes identificadas e com declarações devidamente atribuídas.

Uma notícia que mereceu comentários depreciativos das autoridades regionais por diversas ocasiões, inclusive no Fórum Madeira Global e que ontem sofreu novos desenvolvimentos e comentários, como pode ler-se na edição impressa do DIÁRIO de hoje.

O adiamento do arranque da nova operação aérea Funchal-Caracas e o reagendamento para Setembro motivou reparos de Rui Abreu, que critica o “amadorismo”
de Paulo Cafôfo.

Uma posição que o Director Regional das Comunidades já colocou no seu Facebook.

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