No âmbito das Comemorações do
Dia Mundial das Hepatites, a Secretaria Regional de Saúde e Protecção Civil, através do Serviço Regional de Saúde (nomeadamente dos Serviços de Gastroenterologia e Infeciologia), promove na próxima segunda-feira, dia 25 de Julho,
entre as 10 e as 13 horas, rastreios dirigidos à população, dos 18 aos 70 anos.
Os rastreios gratuitos à hepatite C e ao grau de fibrose e esteatose (gordura) no fígado irão decorrer na Avenida Arriaga e Largo D. Manuel (próximo da Igreja da Sé), no Funchal, onde marcará presença o secretário Pedro Ramos, pelas 12 horas.
A autoridade de saúde salienta que a população interessada em
realizar o rastreio ao grau de fibrose e esteatose (gordura) no fígado, é
recomendado quatro horas de jejum antes do rastreio. Recomendação que não se aplica
ao rastreio da hepatite C.

A Secretaria Regional de Saúde
e Proteção Civil associa-se, assim, à iniciativa nacional para
assinalar o dia Mundial das Hepatites. Neste
âmbito, ao longo de quatro dias, diversas regiões do país promovem um conjunto de iniciativas que visam
aumentar a consciencialização sobre as hepatites virais e influenciar
alterações nos hábitos de vida. A efeméride será assinalada no 25 de Julho na Madeira, no dia 26 no Porto, no dia 27 em Coimbra e no dia 28 em
Lisboa.
Recorde-se que, desde 2019, a
Madeira integra o programa FOCUS, o maior programa de saúde com o objectivo de
eliminar a hepatite C na Madeira, financiado pela empresa biofarmacêutica Gilead
Sciences.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) definiu para todos os
países o objectivo de erradicar a hepatite C como problema de saúde pública até
2030. "Um objectivo que a Madeira irá alcançar antes desta data", promete a tutela.
O comunicado da Secretaria Regional de Saúde, recorda ainda que o SESARAM foi pioneiro ao ter tido o primeiro hospital português público distinguido com uma bolsa de
financiamento internacional, que permitiu implementar um rastreio de
oportunidade a todos os doentes internados no Hospital Dr. Nélio Mendonça e
Hospital dos Marmeleiros e nas populações de risco (estabelecimento prisional,
toxicodependentes).

