Quatro famílias dos quatro fogos
afectados pela explosão tiveram de ser realojadas. Duas famílias foram acolhidas
provisoriamente por parte do Instituo de Segurança Social da Madeira e outras
duas optaram por permanecer em casas de familiares, “tendo os restantes
agregados retornado às suas habitações no presente bloco, após as perícias
revelarem que não há riscos associados”, informou ao final da tarde de hoje a Secretaria Regional de Equipamentos e
Infraestruturas, garantindo que, através
da Investimentos Habitacionais da Madeira (enquanto entidade gestora deste
edifício), em articulação com o Instituto de Segurança Social da Madeira
(ISSM), “encetou todos os procedimentos, tendo sido accionada a Linha de
Emergência Social (LES), de modo a garantir a imediata protecção social das
famílias aí residentes”.
“Trata-se de um edifício com 9 fracções
habitacionais no total, com 20 inquilinos. Destes, 4 fogos sofreram danos
avultados provenientes da explosão de, alegadamente, uma botija de gás que um
destes inquilinos possuía”, referia numa nota emitida, sublinhando que “este
empreendimento está equipado com gás canalizado, não havendo qualquer registo
de anomalias na rede de gás”.
A mesma nota dava conta ainda que este
empreendimento foi construído em 2009, “tendo havido acompanhamento por parte
dos serviços técnicos desta entidade pública, com vistorias periódicas, não
havendo até à data registo de ocorrências”.
“A IHM já encetou devidos procedimentos para
desencadear a completa reabilitação de todo este edifício, de modo a restituir
todos os danos nas fracções, o mais rapidamente possível”, concluiu.

