O Grupo
Parlamentar do PSD visitou, hoje, os portos do Caniçal e do Funchal,
considerando que estas são” infraestruturas essenciais para a nossa Região”.
A concluir
o Roteiro das Acessibilidade, o líder parlamentar social-democrata, Jaime
Filipe Ramos, realçou o crescimento de 32 por cento no Porto do Caniçal,
relativamente ao ano passado, e superior também ao ano de 2019, o que “reforça
o crescimento económico da Região e a sua capacidade de recuperar”.
Para Jaime
Filipe Ramos, sendo este o porto de entrada das mercadorias, é fácil de
perceber, através destes indicadores, que “a nossa economia está mais pujante”,
tendo ainda salientando que aquela infraestrutura será objecto de uma
intervenção pública, no final deste ano, num investimento de cerca de 8,5
milhões de euros que tem em vista a recuperação de toda a plataforma, a
fim de melhorar as condições de segurança e de operacionalidade.
“É muito
importante a atenção que o Governo Regional dá a este tipo de infraestruturas e
é isso que nós quisemos destacar hoje neste Roteiro das Acessibilidades no que
diz respeito às mercadorias”, disse.
Já ao
nível dos Cruzeiros, e no que se refere ao Porto do Funchal, o líder
parlamentar do PSD sublinhou que os números são, igualmente, animadores,
realçando que, só neste ano, verificou-se um aumento de 14 por cento nas
escalas, sendo que, no mês de Abril, esse acréscimo é de 40 por cento. “Isso
revela que estamos a recuperar e estamos a criar também um porto muito mais
atractivo e competitivo e isso é importante porque são mais escalas e mais
passageiros e maior capacidade para a nossa economia”, disse.
Para tal,
e numa perspectiva de futuro, conforme referiu, torna-se fundamental a ampliação
do porto em cerca de 400 metros. Uma empreitada para a qual a Madeira pretende
obter financiamento, o qual não foi conseguido através do atual PRR.
A
sustentabilidade ambiental e a transição energética são outros dois grandes
desafios que se colocam, segundo Jaime Filipe Ramos, aos Portos da Região, para
que possamos ter as melhores infraestruturas porque se assim for vamos “ter
mais gente, mais economia e, obviamente, mais emprego”.

