Ricardo Nascimento recordou a importância dos livros, da
literatura e das artes na vida das pessoas, que simbolizam “conhecimento, riqueza
interior, valorização pessoal, saber estar, saber representar e capacidade para
partilhar outras visões”.
O autarca recordou que a Ribeira Brava tem talentos em
várias áreas, seja no teatro, no cinema, na escrita e na música, que importa
mostrar e valorizar. Isso mesmo será feito com a apresentação de obras
literárias de autores ribeira-bravenses durante a Feira do Livro que principia
amanhã.
Aproveitou para agradecer o “grande trabalho das associações
do concelho e de todos os parceiros na dinamização da cultura” e prometeu
“manter a Ribeira Brava na rota da cultura e das artes”.
Antes, o vereador da Cultura, Jorge Santos, explicou que o
projecto nasceu da intenção e do compromisso deste executivo para “alavancar o
setor da cultura que foi muito fustigado pela pandemia, promover a marca
Ribeira Brava nas suas diversas vertentes e permitir aos artistas locais uma
oportunidade para se lançarem ou reaparecerem no mercado”.
A Sessão de abertura encerrou com a secretária regional de
Ambiente, Recursos Naturais e Alterações Climáticas, em representação do
presidente do Governo Regional. Susana Prada felicitou o município pela oferta
diversificada e enriquecedora no campo das artes, da literatura e da
gastronomia que é, por estes dias, merecedora de muitas visitas.
Para amanhã, dia em que começa a Feira do Livro, destaque
para a conversa sobre o Padre Manuel Álvares, ribeira-bravense que marcou a
literatura portuguesa. A sua vida e obra serão debatidas pelo investigador
Bruno Costa, o professor Telmo Reis e o professor e jornalista José Eduardo
Franco. À tarde, será a vez de cinco escritores do concelho apresentarem as
suas obras literárias.

