O Banco Alimentar da Madeira está, à semelhança do que acontece
um pouco por tido o país, a estão a acompanhar e a apoiar activamente a
situação na Ucrânia, nomeadamente através da ajuda alimentar imediata a casos
sinalizados pelo Instituto de Segurança Social da Madeira.
A Secretaria Regional da Inclusão e Cidadania está a
acompanhar esta intervenção integrada, que será prosseguida a par de outras
ações que estão a ser desenvolvidas, no sentido de proporcionar o bom
acolhimento desta Comunidade e prestar ajuda humanitária, condigna e inclusiva.
“O Banco Alimentar da Madeira, manifesta a sua solidariedade
e compaixão às famílias ucranianas que estão na Região e àquelas que vão
chegando e compromete-se, nomeadamente, a prestar ajuda alimentar, na medida da
disponibilidade dos stocks existentes e a integrar, as redes de ajuda
integrada, que considerarem oportuna a nossa colaboração”, refere a presidente
do Banco Alimentar da Madeira, Fátima Aveiro, citada em nota de imprensa.
No âmbito da intervenção mais
alargada do Banco Alimentar, a Direcção a Federação Portuguesa dos Bancos
Alimentares deliberou atribuir um donativo em dinheiro à campanha
#AllTogether4Ukraine desenvolvida pela Federação Federação Europeia dos Bancos
Alimentares (FEBA):
Paralelamente, está a ser feito o
encaminhamento para o Banco Alimentar de Kiev de todas as doacções em produto
por parte de empresas portuguesas, garantindo um destino seguro.
Está também a ser feita uma
angariação de fundos através da plataforma wehelpukraine.org para entrega à
FEBA, para apoio aos Bancos Alimentares da Polónia, Hungria, Roménia e Ucrânia
que a FEBA selecionou para ajuda a refugiados de guerra. São ainda indicadas no
site a Cruz Vermelha para apoio médico, o Serviço Jesuíta aos Refugiados para
apoio ao acolhimento em Portugal e o Banco de Bens Doados para apoio ao
equipamento das casas onde os refugiados serão instalados.
A Direcção da Federação
Portuguesa dos Bancos Alimentares deliberou igualmente a constituição de um
Fundo para apoio aos refugiados ucranianos que vierem para Portugal, com uma
dotação da Federação e um apelo à solidariedade coletiva dos Bancos Alimentares
Portugueses que quiserem participar, destinado a comprar alimentos e reforçar o
apoio às instituições e entidades que acolham ou apoiem refugiados ucranianos
em Portugal.

