O PAN
Madeira considera que a sociedade ainda não aprendeu "a cuidar dos mais frágeis".

No seu entender, "é imprescindível que o Estado tenha como prioridade tirar as
pessoas em situação de sem-abrigo da rua e garantir-lhe abrigo, sendo
igualmente premente que se promova a sua reintegração na sociedade, garantindo apoio social e médico para que seja devolvida a sua dignidade".

"Devemos proporcionar oportunidades
de inclusão através do desenvolvimento de competências que, visem resultar
numa reintegração no mercado de trabalho, criando para tal apoios específicos
ao tecido empresarial para que se criem oportunidades de contratação", referiu.

O PAN
desafia o Governo Regional a implementar uma estratégia regional para a pessoa
em situação de sem-abrigo.

No entender
do PAN, trata-se "de uma população altamente fragilizada, com a qual deve
existir uma redobrada atenção, procurando minimizar as diversas e múltiplas
discriminações de que padecem e sofrem".

A morte de um cidadão em condições tão degradantes e certamente de profunda solidão devia enquanto sociedade fazer-nos reflectir sobre o valor que damos à pessoa na nossa sociedade".
— PAN

O partido recomenda ao parlamento regional que solicite ao Governo o levantamento do número de pessoas que existem em situação de sem-abrigo e que
seja feito um levantamento das causas que levaram a que estas pessoas se
encontrem nesta situação e o alojamento imediato das pessoas em situação de sem-abrigo, acautelando o
respeito pela identidade e expressão de género dos membros da comunidade LGBTI+
e pelo acolhimento dos animais companhia quando for o caso.