“Criar as condições adequadas para que Portugal seja mais atractivo para investir” foi o desafio assumido hoje pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Paulo Cafôfo, junto de investidores da diáspora.
Compromisso foi manifestado hoje pelo governante madeirense durante o discurso que proferiu em Fátima, por ocasião da sessão de encerramento dos Encontros do Programa Nacional de Apoio ao Investimento da Diáspora.
Entusiasmado com a iniciativa “de dimensão considerável” que juntou as comunidades empreendedoras da diáspora, registou com agrado os “151 intervenientes activos, oradores” assim como “um conjunto de dinâmicas diversificadas e multidisciplinares que abrangem as várias facetas do investimento e do empreendedorismo” para assinalar a “pertinência do Programa Nacional de Apoio ao Investimento da Diáspora”.
Depois de expressar “enorme satisfação” por ver “empreendedores empenhados em apostar em Portugal, onde não residem, mas onde o seu coração mora”, Paulo Cafôfo reforçou: “Queremos que não seja só o coração, mas também o seu investimento e o seu futuro a fazer parte de Portugal”
O objectivo é somar à relação afectiva com Portugal uma relação empresarial.
“Portugal não é apenas um passado de saudade e afectos para as Comunidades Portuguesas. É um destino seguro de futuro, moderno e atractivo”, assegurou.
Embora reconheça que a relação emocional e umbilical à pátria é importante contributo na motivação do investimento assumido pela diáspora, assumiu que é exigência do ‘seu’ Governo assumir um desafio: Criar as condições adequadas para que Portugal seja mais atractivo para investir”, afirmou.
O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas quer que Portugal seja “cada vez mais um destino sólido e de confiança para receber investimentos, com mais conhecimento, com recursos humanos mais qualificados, com mais crescimento, com mais oportunidades. Com mais futuro”, declarou.
