O presidente da Assembleia Legislativa da Madeira enalteceu este sábado, 5 de Novembro, o trabalho dos grupos de corais da Região, descrevendo-os como sendo “fontes de agregação de pessoas, dinamizadoras da música, em muitas freguesias e concelhos”. José Manuel Rodrigues destacou o papel que desempenham na manutenção e recuperação das “músicas que se tinham perdido, e que constituem o
nosso património imaterial”.

José Manuel Rodrigues falava no
encerramento do II Festival de Grupos Corais da Região Autónoma da Madeira
João Victor Costa 2022, que se realizou, esta tarde, no MUDAS – Museu de Arte
Contemporânea da Madeira, na Calheta.

Estes grupos têm um papel
importantíssimo. Em primeiro lugar, porque sustentam, do ponto de vista
musical, muitas festas religiosas e profanas que se realizam nas nossas
freguesias e nos nossos concelhos. Em segundo lugar, porque são fontes
difusoras pelo gosto pela música, desde a música tradicional à música
clássica.

O presidente do Parlamento
madeirense começou por felicitar o Grupo Coral do Arco da Calheta, organizador
do evento, por criar uma iniciativa que dinamiza “os grupos corais da Madeira”
e que homenageia “um homem a quem muito devemos, pelo que fez pela música e
pela cultura da nossa Região”, o maestro João Victor Costa.

José Manuel Rodrigues foi
agraciado com um troféu de autoria da artista Patrícia Sumares, natural do
Jardim do Mar.

No II Festival participaram o
Grupo Coral do Arco da Calheta, o Coro da Catedral do Funchal, a Associação
Cultural e Recreativa do Porto Moniz, o Coro de Câmara da Madeira, o Grupo
Coral da Casa do Povo de São Roque do Faial e o Orfeão Madeirense.