Na véspera do dia em que o Grupo Pestana assinala 50 anos, o fundador e presidente do maior
grupo hoteleiro português faz um balanço à actividade e perspectiva o futuro. Foram
50 anos fantásticos, diz Dionísio Pestana: “Correu obviamente altos e baixos e
no fim foi muito gratificante”.

Falando
em Câmara de Lobos, onde está a decorrer um encontro com a imprensa, Dionísio Pestana
começou por dizer que o é “forte” o balanço que faz de meio século de vida do
grupo. Explica que o Grupo Pestana se preparou para o pós-covid e este ano “sensacional”
de 2022 é o corolário disso.

“Estamos
muito bem preparados em termos de grupo financeiro e estruturados para os
próximos cinco a dez anos”, garante o empresário.

Por
isso quando se questiona se irá haver aumentos de salários em 2023, a resposta
de Dionísio Pestana é que o grupo tem feito, ao longo dos anos, aumentos nos
ordenados dos funcionários. “Não é um problema para o Grupo Pestana”, garantiu.

“Estamos
neste momento a preparar o orçamento para 2023, tudo indica que o mercado do
Verão, penso que principalmente na área dos resorts - Algarve, Madeira, Açores –
vai ser bom. A parte de cidades, este último trimestre recuperou bem, embora o
Verão não foi tão bom (…) olhando para Nova Iorque tem vindo a recuperar, e
tudo indica que o Inverno, para o destino cidades vai ser melhor do que o de
2022, sem dúvida”.