Boa noite!
A Sociedade de Desenvolvimento da Madeira levou a sério o desafio
de difundir e projectar no panorama nacional a importância do instrumento que diversifica
e moderniza a economia regional e que contribui para a riqueza do País que não
nada em dinheiro.
Da conferência e debate de hoje, em Lisboa, recheada de
contributos esclarecidos, sai uma manifesta urgência, o apelo para que os
governos da Região e da República, discutam com lucidez ao mais alto nível o
que querem para o futuro do Centro Internacional de Negócios da Madeira. E quem
percebe de diplomacia, como o socialista Luís Amado, fez as recomendações acertadas
num contexto de mudança global.
Nem mais, para assegurar o Regime V não convém perder mais tempo
com caprichos pessoais ou com queixinhas inconsequentes, mas definir uma base
de negociação inspirada no modelo em
vigor que continua a atrair empresas, uma dinâmica que é comprovada em números.
A praça madeirense tem interesse comunitário, mesmo que de
origem regional. E para que conste é um projecto nacional, mesmo que não tenha sido
acarinhado como devia pelos governos da República. Por múltiplas razões, desde
a paternidade à emancipação, dos preconceitos aos complexos de superioridade, das
pressões externas às vozes da ira.
Só que o tempo urge. Se não for pedir muito, entendam-se. Nesta, como em outras matérias. De forma transparente e responsável. Quanto
antes.