O secretário regional de Finanças recebeu, esta tarde, Eduardo Pinheiro, secretário de Estado do Planeamento, para uma reunião em que foi avaliada a situação do Plano de Recuperação e Resiliência, sobretudo as consequências da crise internacional e o agravamento dos custos de diversos projectos.
“Fizemos
esta reunião para avaliar o andamento do Plano de Recuperação e Resiliência, ao
nível nacional mas também no que diz respeito à Região. Pôr em cima
da mesa todas as preocupações que estamos a viver", afirmou Eduardo Pinheiro no final da reunião com Rogério Gouveia.
“Há um
trabalho conjunto que tem sido feito e agora o objectivo foi, no fundo,
sinalizar essas dificuldades para conseguirmos ultrapassá-las", explica o secretário de Estado que reforça a intenção de ver o PRR "no terreno".
O PRR, reconhece, criado para responder aos efeitos da pandemia, tem agora de enfrentar um crise internacional motivada pela guerra na Ucrânia.
“Sobretudo
quando avaliamos projectos de construção, percebemos a dificuldade que temos ao
nível dos custos acrescidos. Sentimos
essa dificuldade e temos de lidar com ela".
Rogério
Gouveia reconhece que "os projectos que envolvem obra pública e construção civil são aqueles que merecem particular
atenção, mas isso não quer dizer que o PRR esteja em risco".
O secretário regional de Finanças destaca a importância da cooperação institucional e lembra que "o mais
importante de tudo é chegarmos a 2026 e, quer o PRR regional quer o nacional
estejam perfeitamente concretizados".

