Uma mulher madeirense, de 68 anos, descobriu que estava dada
como morta no funeral do ex-marido, noticiou hoje o Correio da Manhã na edição
impressa.

O mesmo jornal refere que “o assente de óbito indicava que o
homem era viúvo dela própria”.

“Fiquei perturbada com a situação. Na prática, o documento
dizia que estava morta, só não sabia era quando tinha morrido. Entrei em
contacto com os serviços e a conservatória do Registo Civil do Funchal
rectificou o estado civil do falecido para divorciado”, contou a madeirense ao
Correio da Manhã.

O director regional da Administração da Justiça reconheceu o
erro, lamentando a situação, acrescentam.