Dinis Ramos, candidato pela coligação PSD/CDS, defendeu, hoje, junto ao Liceu Jaime Moniz, a criação do Estatuto do
Estudante-deslocado, um diploma “que é urgente” e que tem por objectivo
salvaguardar e reforçar o apoio aos jovens Madeirenses que se encontram a estudar
no continente português em áreas como a saúde e a mobilidade, passando a
tutelar e a integrar todas as questões, problemas e dificuldades que se prendam
com a quotidiano destes estudantes.
Questões práticas que, conforme sublinhou, “são muito
pertinentes para quem está a estudar deslocado e longe da sua área de
residência que, infelizmente, nunca mereceram a devida atenção por parte do
Governo de António Costa e, mais grave, nunca sequer estiveram na agenda dos
deputados do PS eleitos pela Madeira à Assembleia da República.”
Em causa está, por exemplo, o acesso
integral e sem reservas ao sistema público de saúde por parte dos nossos
estudantes, nomeadamente a marcação de consultas em centros de saúde públicos
em todo o País, mas, também, a definição, com alguma antecedência e por parte
das Faculdades, das datas das férias e das provas de avaliação de modo a que os
nossos estudantes possam ter outra capacidade de prever e de marcar as suas
passagens aéreas para a Região.
Paralelamente, “está, também, a fundamental
criação de um contingente específico, dentro do Plano Nacional de Alojamento,
para os estudantes que se encontram fora da área de residência,
salvaguardando-se, assim, o direito à habitação destes jovens e, igualmente,
não menos importante, a interligação deste novo diploma com a lei que já devia
ter sido regulamentada pelo Governo da República e que agora foi suspensa – mas
da qual não tencionamos desistir – do subsídio de mobilidade que previa que os
estudantes madeirenses pagassem apenas 65 euros por trajecto para o continente.”
Dinis Ramos, que sublinha a importância de criar um diploma
que integre “questões que actualmente se encontram dispersas e por tutelar”, vicou que, para a candidatura 'Madeira Primeiro', a
juventude é uma prioridade.
Connosco, estas e todas as questões que digam respeito à
juventude estarão em cima da mesa e serão defendidas na Assembleia da
República, até porque para nós, ao contrário de outros Partidos que nestes últimos
seis anos nada fizeram, os jovens da Madeira e do Porto Santo são prioridade.

