Foi numa acção de pré-campanha
que a candidatura do Partido Socialista-Madeira às eleições para a Assembleia
da República destacou as políticas sociais que têm vindo a ser implementadas
pelo Governo da República ao longo dos últimos seis anos, com a tónica a ser
colocada nas medidas postas em prática no período de pandemia, que, no entender
dos candidatos socialistas madeirenses têm permitido debelar, em parte, os
efeitos da crise.
Na reunião mantida, esta tarde, com a direção da Cáritas
Diocesana do Funchal, a candidata Marta Freitas enalteceu o trabalho que tem
vindo a ser feito por esta instituição junto das pessoas e famílias mais
desfavorecidas. Segundo deu conta, em causa está um apoio a vários níveis que
se revela fundamental e que tem permitido dar condições dignas àqueles que
enfrentam maiores dificuldades.
Após o encontro, a também deputada destacou "a importância
que foi garantir o Estado social na altura de pandemia", bem como todos os
apoios sociais que foram criados, tais como o 'layoff', que, no seu entender, permitiu manter muitos
postos de trabalho e proteger os trabalhadores e respectivas famílias.
Marta Freitas referiu que com o desconfinamento há um menor
recurso a estas instituições, mas acrescentou que "há problemas que ainda
permanecem e que é preciso combater". Por isso, evidenciou a importância de algumas medidas que têm vindo a ser implementadas pelo Executivo do PS, tais como o
aumento do Rendimento Social de Inserção, da Prestação Social para a Inclusão,
o Complemento Social para o Idoso, o acréscimo nos abonos de família, o
desdobramento do IRS e o aumento do salário mínimo (que foi o maior das últimas
décadas). "Verificamos que este é o caminho certo para a capacitação das
pessoas e das famílias, dando-lhes autonomia e capacidade para poderem
responder aos encargos que têm", adiantou, sublinhando a importância de criar
condições para que as pessoas não tenham de recorrer sempre a apoios
complementares.
