Está em curso o processo de certificação
do mel-de-cana da Madeira, nomeadamente o registo da denominação ‘Mel-de-Cana
da Madeira’ como Denominação de Origem Protegida (DOP).

Isso mesmo foi esta manhã
lembrado por Humberto Vasconcelos, secretário regional de Agricultura e
Desenvolvimento Rural, no âmbito de uma visita à Fábrica do Ribeiro Sêco, uma
das mais antigas empresas madeirenses ligadas ao ramo alimentar, com mais de
135 anos.

“A 1 de Outubro do ano passado,
com o apoio da Direção Regional de Agricultura e Desenvolvimento Rural, os
responsáveis pelas unidades de transformação de cana sacarina na Região
constituíram o Agrupamento dos Produtores de Mel-de-Cana da Madeira e
solicitaram o registo da denominação ‘Mel-de-Cana da Madeira’ como Denominação
de Origem Protegida (DOP), ao abrigo dos regimes de qualidade da União
Europeia”, lembrou Humberto Vasconcelos a respeito do processo de certificação
deste produto com grande historial na economia e na gastronomia madeirenses.

O governante deixou ainda claro
que decorre, neste momento, um “processo de reconhecimento e respectivo
procedimento de oposição nacional, que não deverá existir”, pelo que Humberto
Vasconcelos acredita que “os madeirenses e porto-santenses terão muito em breve
no mercado mais um produto de excelência com valorização externa, que resulta
da qualidade e especiais características que se devem essencial e
exclusivamente ao meio geográfico específico onde é produzido, transformado e
elaborado.”