Entre 13 de Dezembro de 2021 e 2 de Janeiro de 2022, a Guarda Nacional Republicana (GNR) reporta mais de 4.360 acidentes, dos quais há a registar 21 vítimas mortais, 80 feridos graves e mais de 1.180 feridos ligeiros, mas muitos mais terão sido evitados fruto das mais de 1.200 detenções de condutores ao volante, muitos dos quais com taxa de alcoolemia acima da lei, falta de carta de condução e consumo de estupefacientes.
A GNR emitiu hoje um comunicado no qual reporta que em relação a toda a 'Operação Natal e Ano Novo 2021', durante 21 dias contabilizaram "4.365 acidentes, dos quais há a registar 21 vítimas mortais, 80 feridos graves e 1.182 feridos leves", lê-se.
Sendo que o objectivo era o de "combater a criminalidade geral,
intensificar o patrulhamento rodoviário e
garantir o cumprimento das medidas
necessárias à contenção da COVID-19, por
forma a assegurar as festividades e as deslocações em segurança, no período em
apreço", a GNR recorda que "tratando-se de uma Operação de carácter abrangente, foram
empenhadas várias valências das diversas Unidades da Guarda, numa ótica de
complementaridade e de sinergia de várias ações de patrulhamento,
fiscalização e sensibilização, de forma flexível, tendo sido o esforço de
forma a combater a criminalidade em geral e a sinistralidade rodoviária,
garantir a fluidez do tráfego e o apoio aos utentes das vias, bem como garantir
o cumprimento dos normativos decretados na situação de calamidade, através
de uma presença dissuasora, interventiva e preventiva".
Assim, no balanço global da Operação destaca os seguintes dados
operacionais:
1.213 detenções, destacando-se, 669 por condução sob o efeito do
álcool; 332 por condução sem habilitação legal;
77 por tráfico de estupefacientes; 42 por posse ilegal de armas e arma proibida; e 31 por furto e roubo.
Além disso, no total foram fiscalizados 118.547 condutores e controlados 386.703 veículos, com 30.240 contraordenações rodoviárias. Destes destacam-se 1.292 por
condução sob a influência do álcool; 8.677 por
excesso de velocidade; 1.992 por
falta de inspeção periódica; 991 pela
incorrecta ou não utilização do cinto de segurança ou de sistemas de retenção; 799 por
utilização indevida do telemóvel durante a condução; 739 por
falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório.
Conta a GNR que no âmbito da legislação COVID-19 efectuou 7.030 acções de fiscalização aleatória das
quais 652 na fronteira terreste; 41.095 veículos fiscalizados e 18
contraordenações.
