O vice-presidente da Câmara Municipal de Câmara de Lobos anunciou, hoje, que, "já este ano", a autarquia irá dinamizar diversas acções tendo em vista "a maximização das práticas de economia circular".
Leonel Correia da Silva fez o anúncio à margem da sessão de encerramento da 1.ª fase do projecto 'RURBANLINK, do qual o município de Câmara de Lobos é parceiro, que decorreu na Fundação Cidade de Lisboa.
O
projecto 'RURBANLINK' é uma acção pioneira no contexto nacional e regional, que visa contribuir para reforço da economia circular, promover
as relações urbano-rurais, e incrementar os sistemas agroalimentares
circulares.
O mesmo tem como intuito
apoiar e capacitar os municípios e as suas comunidades na transição para a
economia circular. Visa, ainda, contribuir para melhorar as condições presentes
e futuras das práticas de planeamento participativo de base local e de
aprendizagem em rede para a economia circular.
“A efectivação de uma economia
circular traz evidentes benefícios económicos, ambientais e sociais decorrentes
da menor extração e importação de matérias-primas e da redução de produção de
resíduos e emissões associadas, de onde se destaca o maior valor económico para
fornecedores e utilizadores dos materiais, equipamentos e bens”, destacou o vice-presidente.
A Câmara Municipal de Câmara de Lobos decidiu integrar a Rede
Cidades Circulares, RURBAN Link – “Ligações Circulares entre áreas urbanas e
rurais”, na qualidade de parceiro de Rede, que também integra, na qualidade de
parceiro Rede, os municípios de Bragança, Guimarães, Penela, Reguengos de
Monsaraz, Ribeira Grande e a Lisboa E-Nova – Agência de Energia e Ambiente de
Lisboa, e o Município do Fundão, na qualidade de Parceiro Líder.
Ainda segundo Leonel Corria da Silva, “a adesão a este projeto decorre do facto do
município ser predominantemente rural, ter a maior quantidade de parcelas
agrícolas da RAM, possuir o maior número de produtores agrícolas, apresentar as
melhores caraterísticas para a produção do conceituado Vinho Madeira, a cereja
no Jardim da Serra, a produção da castanha no Curral das Freiras, a cultura de
banana e os hortícolas da Quinta Grande e Caldeira, sem esquecer a importância
estratégica da grande imagem de marca do concelho que representa a sua paisagem
humanizada pela agricultura.”

