“Os Madeirenses sabem quem é que esteve do lado da Madeira nos últimos seis anos, sabem quem é que reivindicou e nunca desistiu de lutar pelos diferentes dossiês que se encontram bloqueados na Assembleia da República e sabem, também, quais foram os deputados que, em matérias essenciais e do interesse desta Região, votaram contra” afirmou, hoje, dia 10 de Janeiro, a candidata pela coligação PSD/CDS, Sara Madruga da Costa, numa acção que teve lugar na Marginal da Ponta do Sol.

Na ocasião em que a candidata fez questão de aludir à prometida melhoria das instalações da Esquadra da PSP local, tema hoje abordado pelo Partido Socialista.

Sara Madruga da Costa lembrou que o tema foi "ao longo dos últimos anos, uma preocupação assumida pelo PSD/M" e garantiu que "vai continuar a ser, na próxima legislatura".

Por outro lado, criticou a oposição, argumentando que “tanto a nível do Governo da República quanto da Câmara Municipal da Ponta do Sol, socialistas, não se regista nenhum avanço a não ser o que vem a público, de quando em vez, embora não saia do papel”.

A candidata acusou ainda socialistas de terem "memória curta" e de manterem a “estratégia de branquear a péssima actuação de António Costa para com os madeirenses (...) aludindo a temas e dossiês sobre os quais nunca se pronunciaram ou nunca exigiram qualquer resolução".

“É de lamentar que quem esteve calado nos últimos seis anos relativamente a esta e a outras matérias e quem até inclusivamente votou contra as mesmas na Assembleia da República, venha agora, em período de campanha eleitoral, enganar os Madeirenses, numa tentativa de vangloriar-se ou de chamar a si conquistas que nem foram suas nem estão sequer no terreno” reforça a candidata, lembrando que o PS/M votou contra as melhorias da Esquadra da PSP da Ponta do Sol na Assembleia da República.

“Da nossa parte, continuaremos a exigir melhores condições para estas Esquadras – não só aqui na Ponta do Sol mas, também, nos casos em que existe maior degradação, como são os casos das Esquadras do Porto Santo e da Calheta – e continuarmos a trabalhar para que as forças da Polícia de Segurança Pública tenham outra capacidade de cumprir a sua importante e nobre missão, na Região”, rematou.