A candidatura da CDU pelo concelho do Funchal apresentou, esta terça-feira, no
Espaço CDU o seu Programa Eleitoral intitulado "Soluções.Funchal
2021".
No início desta
sessão pública Herlanda Amado, cabeça de lista à Assembleia Municipal do
Funchal, abordou o significado deste acto público onde a CDU "apresenta
soluções concretas, sector a sector da vida do Município, que são compromissos
de futuro de um distintivo projeto autárquico alternativo às políticas impostas
quer pelo PSD, quer pelo PS na Câmara Municipal do Funchal".
Herlanda Amado referiu, ainda, que "Soluções.Funchal 2021" é um programa que
reúne muitos contributos e diferentes competências articuladas com anos de
muito trabalho e de conhecimento directo e concreto dos problemas da cidade e
dos cidadãos”.
Ana
Paula Almeida, dirigente do Partido Ecologista "Os Verdes" e candidata
à CMF deu conta de como “contribuir para um desenvolvimento equilibrado e
sustentável implica pensar nas pessoas e na qualidade de vida, implica que
todas e todos tenham igualdade de acesso a serviços e igualdade de
oportunidades, que todas as pessoas - independentemente da idade, género, etnia
e condição social - reúnam condições para terem uma vida digna, confortável e
saudável. Esta é a linha de construção de um futuro mais humanizado e de uma
sociedade mais justa, harmoniosa e solidária”.
Edgar
Silva, candidato à presidência da CMF sublinhou que «o Programa Eleitoral da
CDU consagra duas orientações fundamentais: define o alargamento de
compromissos sociais e concretiza uma estratégia ecologista para o Funchal».
De
acordo com Edgar Silva a CDU faz corresponder as orientações propostas em
"Soluções.Funchal 2021" a três objetivos programáticos: "Promover a
inversão orçamental; Defender o reforço das funções sociais; Valorizar
políticas ambientais e a coesão territorial".
Do
conjunto das linhas programáticas de "Soluções.Funchal 2021" Edgar
Silva destacou “a importância de promover a inversão orçamental. Proceder
à inversão orçamental constitui uma absoluta prioridade estratégica, alterando
as práticas de injustiça orçamental instauradas na CMF, garantindo assim para
cada orçamento, no mínimo, 30% do investimento para as zonas altas do concelho
do Funchal. Esta é uma viragem de fundo no modelo de desenvolvimento e na
perspectivação do investimento público, tanto mais quando esta vereação de
maioria PS apenas garantiu 4,4% do investimento público para zonas altas”.
