Numa nota assinada por Ricardo Vasconcelos, candidato do ‘Cumprir
Santa Cruz’ à Junta de Freguesia da Camacha, é feita a denúncia dos “sucessivos
ataques que o processo democrático está a sofrer no concelho.”
O candidato alerta para a vandalismo de que foram alvo alguns cartazes da coligaçã,
que diz não ser um “problema novo”, mas que neste período eleitoral assumiu “proporções
inéditas e preocupantes, chegando mesmo a ser roubados.”
Este ambiente político nada traz de positivo e não será
nunca aceite por nós! O constante ataque do JPP, o baixo nível de discurso de
Presidente e Vereadores, publicamente, nas redes sociais e em todos os
encontros com população e entidades do Concelho, é a causa de tudo isto. Não
temos qualquer dúvida que o clima de intimidação que recai sobre qualquer
cidadão anónimo que ouse discordar do JPP, seja no que for, é a razão, a causa
da impossibilidade de debate, resultando num gritante défice democrático.
Ricardo Vasconcelos acusa o candidato do JPP, Filipe Sousa,
de estar “rodeado de ‘pontas de lança’ do ataque nas redes sociais e em situações
sem holofotes mediáticos, escolhendo a dedo lacaios que, à falta de qualidade
de trabalho ou pensamento crítico, servem par intimidar quem não esteja
alinhado.” Colmata com: “São pagos pelo povo para trabalhar, mas usam o tempo
para guerrilha.”
O candidato à presidência da Junta diz que quem aponta
soluções para os problemas que estão à vista na freguesia é a coligação ‘Cumprir
Santa Cruz, Cumprir Camacha’, sendo que desde a primeira hora foram divulgadas essas
ideias, o rumo que traçado reforçado pelo projecto, fruto de contactos com “toda a Camacha
sem excepção”.
Apontámos erros e falhas, mas sempre, sempre com uma solução
e com um projecto pensado para a resolução. Porquê? Somos da Camacha, somos
genuínos, somos honestos, trabalhadores e determinados, somos de e por todos os camacheiros, sem nenhuma excepção e sem nenhuma condição!
