O Conservatório – Escola Profissional
das Artes da Madeira, Eng. Luíz Peter Clode reforça a sua oferta formativa
neste ano lectivo, com musicoterapia e artes circenses que se juntam às mais de
30 formações artísticas promovidas pela instituição de ensino junto dos cerca
de 1.800 alunos, distribuídos por sede, cinco polos e oito núcleos espalhados
por toda a Região.

“Temos mais de 30 formações
artísticas, desde orquestras, ensembles, grupo de música antiga, estúdio de
ópera e este ano haverá novas actividades formativas - musicoterapia e artes
circenses – para além de um protocolo com a criação de um departamento de artes
na saúde em parceria com o SESARAM e o hospital porque queremos contribuir para
a nossa comunidade, neste caso aqueles que mais necessitam de nós que são os
doentes”, anunciou Carlos Gonçalves, director do CEPAM, após o concerto
promovido pela Orquestra Académica, no Casino da Madeira, este
domingo, assinalando a o arranque do ano lectivo, os 20 anos daquela orquestra e
os 75 anos da instituição de ensino artístico.

Um ano lectivo que marca o regresso às
aulas presenciais mediante o cumprimento das normas sanitárias de prevenção da
Covid-19, como o uso da máscara e a testagem regular num momento em que
praticamente todos os professores estão vacinados. “Todos os pais e professores
sabem da dificuldade que é ter aulas de música, teatro e dança à distância”, lembrou
Carlos Gonçalves.

Para este ano lectivo estão reservados
“momentos fantásticos após muita dificuldade devido à pandemia”, anunciou o
director do CEPAM sem querer revelar pormenores sobre os concertos que a
Orquestra Académica da Madeira terá a honra de executar.

Jorge Carvalho, por seu turno, assumiu
o compromisso do Governo Regional, através da secretaria Regional de Educação, em
continuar a apoiar a formação artística dos jovens do Conservatório – Escola Profissional
das Artes da Madeira, Eng. Luíz Peter Clode.

O secretário regional da Educação,
Ciência e Tecnologia disse estar convicto de que “o desenvolvimento e afirmação
dos seus talentos, das suas vocações traduzem-se em projectos de vida, mas
sobretudo para elevar de forma muito significativa os nossos padrões culturais”.

Deixou ainda um apelo aos encarregados
de educação e aos alunos para que mantenham os comportamentos assertivos relativamente
a esta pandemia que ainda não terminou, para que o ensino presencial perdure
por muito tempo.