O secretário regional de Saúde e Protecção Civil,
Pedro Ramos, lamenta o facto da sua intervenção não ter sido contemplada no alinhamento da Sessão Solene do Dia da Cidade do Funchal.

Apagar, evitar, calar a voz do governo é um desrespeito à democracia,
à autonomia, à Madeira e à sua cidade. E por isso este meu discurso em representação do governo
regional apenas pode ser lido e não ouvido, de viva voz, por todos os
madeirenses e funchalenses - mas tem de ser divulgado, com o mesmo empenho, a
mesma dedicação, a mesma entrega à causa pública, tem de ser divulgado que há
45 anos 'servimos a população' mas não nos servimos dela como agora está a
acontecer no funchal.

Palavras de Pedro Ramos, num discurso escritor remetido às redações, com 'farpas' ao executivo de Miguel Gouveia.

"A história da Madeira e do Funchal faz-se há 45 anos com a mão
do Governo Regional e da social-democracia que tem sido permanentemente
escolhida pela população em ambiente democrata excepto neste último período da
política regional, municipal, onde parece que a mesma esquerda que celebra Abril
está mais ligada agora a uma ditadura do chamado 'silêncio'", sublinhou o governante.

O secretário regional, que participou nas
comemorações em representação do presidente do Governo Regional, enalteceu ainda o
investimento "de mais de 300 milhões do Governo Regional" na cidade do Funchal.

Por muito que custe, o governo pode não falar mas a sua
actividade, ao longo dos anos tem sido feita por actos e não palavras, sempre
ao encontro das necessidades da sua populaçao. Exemplos desta actuação constante ao longo dos tempos mas
mais incisiva no período entre 2015-2021. Será bom recordar o que tem sido feito no funchal em prol dos
seus cidadãos, apesar de neste momento ser de uma cor política diferente, mas
nem por isso evitou que o governo não deixasse de pensar na população do Funchal. Foram um sem número de obras apresentadas hoje pela comunicação
social e que atestam o investimento de mais de 300 milhões do Governo Regional
na sua cidade, na sua capital, porque gostamos e amamos a nossa cidade.