O Jardim
da Serra 2021 em Movimento apresenta um manifesto, com a máxima ‘pensar
globalmente, agir localmente’.
Foi
divulgado um documento de nove páginas, no contexto de preparação para as
eleições autárquicas, reeditando o movimento de cidadãos que “nasceu no
ano 1989, pela acção do Padre Mário Tavares Figueira, bem como de um conjunto de
paroquianos e foi o primeiro grupo de cidadãos eleitores a ser constituído
nesta Região Autónoma”.
Perante "o envelhecimento da população, a redução da taxa de natalidade, bem como a actual pandemia", que "tornam a vida, também nestas terras, ainda mais difícil", o Movimento deixa várias propostas.
"Queremos um poder autárquico que, com os munícipes, com as instituições privadas e de solidariedade social, com o Governo e com a Universidade entenda, com rigor e com profundidade, este novo contexto de emergência global em que vivemos, participe com urgência na construção de um novo paradigma e dentro deste, planifique melhor a ocupação do espaço; despolua e cuide dos solos; regenere a floresta e o ambiente; opte por soluções sustentáveis para resolver o problema do saneamento básico", pode ler-se no manifesto, que dá conta de várias opções que levem a "uma mudança radical nas prioridades e na acção política".

