A Juventude
Socialista da Madeira defendeu uma estratégia de futuro para a
Escola Profissional de Hotelaria e Turismo da Madeira.

Pedro Calaça Vieira, líder da JS Madeira, afirmou que "num relatório do
Tribunal de Contas de 2016, apresentou-se a existência de inúmeras
irregularidades ao nível do contrato de concessão que mostram a ilegalidade da
adjudicação do contrato".

O Governo Regional reclama há vários anos dívidas da concessionária ao Governo de cerca de 1,2 milhões de euros, faltando vontade política e estratégica para a resolução deste problema".
— Pedro Calaça Vieira

Segundo a JS
Madeira, a Escola Profissional de Hotelaria e Turismo da Madeira enquanto polo
estratégico da formação do sector da hotelaria e turismo da Região, não pode
estar sem rumo e sem visão muito mais tempo.

"Este dossier já passou pelo Dr. Eduardo Jesus, depois para a Dra. Paula Cabaço e encontra-se actualmente na pasta do Dr. Jorge Carvalho, destes três secretários regionais (dois do Turismo, outro da Educação), nenhum conseguiu resolver esta lacuna".
— Pedro Calaça Vieira

Continuou dizendo que, "em
2020, o secretário regional da Educação referiu que o Governo procurava uma
solução e referiu que essa concessão terminaria em 2021, estando em estudo o
modelo a adoptar". Algo que, conforme referiu, "não foi cumprido".

Pedro Calaça Vieira afirmou que, "em Março deste ano, o Governo
chegou a acordo com a concessionária, após vários processos judiciais, tendo o
GR que pagar à concessionária cerca de 3,9 milhões, enquanto a empresa paga as
dívidas referentes ao aluguer em atraso".

A conclusão
que a JS Madeira chega é que "nada está definido quanto ao futuro desta
Escola, estando a resolução do problema sistematicamente a ser adiada".