Miguel Albuquerque diz que “as conversas de café não
determinam as apostas" do seu Executivo, recriminando os críticos que lançaram
farpas aos investimentos quer nas empreitadas de acesso entre o Estreito da
Calheta ao Jardim do Mar quer ainda à conclusão da Via Expresso à Ponta do
Pargo cujo montantes atingem vários milhões de euros.
É por isso que o chefe do Executivo madeirense disse que “a
Calheta não tem nada a ver com a aquela que conheci”, lembrando de seguida a
idade que já tem.
Aplaudiu as “estratégias de acolhimento que colocará o
município no centro de desenvolvimento”. O governante considera que “o concelho
é central”.
E constatou uma revolução decorrente da “mobilidade e das
acessibilidades”, no entanto defendeu uma mobilidade digital para um maior
impacto e nos “efeitos multiplicadores” no turismo.
“A Calheta está no desenvolvimento central”, expressou tendo
a seu lado Carlos Teles.
Em jeito de conclusão, Albuquerque disse: “Ouvi os seus
desafios e vamos trabalhar nesses desejos”.

