Em visita à empresa Hidromadeira, Miguel Albuquerque voltou a reforçar a ideia transmitida ontem: a Região poderá recuar na intenção de trocar os testes PCR pelos testes rápidos de antigénio caso a situação pandémica se agrave no arquipélago.

Ainda assim, o presidente do Governo Regional deixou bem claro que a medida anunciada na segunda-feira permite uma grande poupança aos cofres do executivo. "São alguns milhões de euros", concretizou Miguel Albuquerque.

Na segunda-feira foi anunciado pelo Governo Regional que será apenas exigido o teste PCR como o único 'rastreio' autorizado para entrar na Madeira ou Porto Santo, bem como nas viagens inter-ilhas.

A partir do dia 1 de Julho será exigido como 'requisito mínimo' a apresentação de um teste rápido antigénio na chegada ao arquipélago - tendo de ser realizado até 48 horas antes -, devendo o processo de controlo à chegada nos aeroportos sofrer naturais alterações para que tudo decorre de forma mais célere.

Manter-se-ão os controlos à entrada e saída da pista de Santa Cruz e mantém-se o corredor verde para vacinados, testados e recuperados até 180 dias. Não serão aceites autotestes.