Foi no decurso da apresentação do
novo Centro Internacional de Investigação do Cancro e Doenças Prevalentes da
Madeira (CICDPMADEIRA), ainda há pouco, que o presidente do Governo Regional reafirmou
a aposta da Região na formação e educação, onde se inclui, também, a ciência e
a cultura.

Para Miguel Albuquerque, o novo
centro é uma “sementeira para o futuro”, prevendo que a reunião de sinergias
possa dar frutos na investigação em saúde, onde a Madeira se tem vindo a
posicionar nos últimos tempos.

O líder do executivo madeirense
defendeu que as decisões políticas não se
devem circunscrever a um quadro legislativo, nem devem estar subordinadas a um horizonte
eleitoral, enquadrando nesse âmbito esta nova instituição que preconiza a investigação
e inovação em ciências da Saúde.

Realçando a função pedagógica do protocolo
agora assinado, Miguel Albuquerque recusa alinhar numa ‘cultura’ do exibicionismo
emocional e dos preconceitos. Focando-se no essencial, a sociedade deverá
firmar-se num “quadro monumental orientado para os factos”.

O facto de estarmos numa ilha não deverá ser entendido como um entrave. "Aquilo que não é fácil, já foi demonstrado que na Madeira conseguimos fazê-lo", realçou Albuquerque, dando como exemplo o Centro de Investigação Dra. Maria Isabel Mendonça, unidade do SESARAM na área da cardiologia.