A Câmara
Municipal do Funchal deu por concluídas as obras de
reabilitação da Estação de Tratamento de Águas Residuais
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ETAR do Funchal, e da verificação e reparação do emissário submarino. Trata-se
de um projecto municipal que representou, nesta primeira fase, um investimento
de cerca de 3,3 milhões de euros.
O Presidente da Câmara Municipal do Funchal,
Miguel Silva Gouveia, inaugurou, esta semana, de forma simbólica, a renovada
ETAR, situada no Almirante Reis, um momento que foi acompanhado pelo Vereador
com o pelouro das Águas e Saneamento Básico na Autarquia, Rúben Abreu, e pelo
Presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, Guido Gomes.
O edil funchalense referiu, na ocasião, que “esta
é a primeira vez que se faz um intervenção profunda nesta estação, construída
em 1993, e que já estava obsoleta em algumas das suas capacidades. Esta foi uma
intervenção de elevada complexidade, não só pelos trabalhos técnicos que estão
em causa, mas também porque durante o período em que decorriam as obras a
estação esteve sempre em funcionamento.”
“Os trabalhos compreenderam a substituição
integral dos equipamentos que compõem a ETAR, nomeadamente válvulas, comportas,
gradeamento de grossos e finos, tamisadores, bombas, ventiladores, tubagens,
entre outros. Procedeu-se também à remodelação dos quadros de comando para permitir um controlo remoto, e a
integração, no futuro, no Centro
Integrado de Gestão Municipal”, acrescentou.
A intervenção beneficiou
também o emissário submarino, que recebe todas as águas residuais do concelho, “reparamos
e desobstruímos todo o emissário, que vai até 50 metros, e que agora permitirá garantir
uma melhor capacidade de resposta às solicitações das redes municipais de
saneamento básico.”
Este Executivo
camarário fez o devido planeamento desta empreitada, com estudos geológicos,
com a candidatura ao financiamento do quadro comunitário do POSEUR, lançou um
concurso público e passado este processo, é com muita satisfação que vemos esta
obra de modernização chegar a bom porto. Esta intervenção traz, de forma
inequívoca, grandes benefícios para o ambiente e para a população funchalense.
Miguel Silva
Gouveia lembrou, por fim, que a segunda fase deste lote comtempla a reversibilidade
de duas estações elevatórias, especificamente a das Quebradas e da Praia Formosa,
e a instalação de uma nova estação elevatória na Ribeira dos Socorridos, que
neste momento está parada e a aguardar a descontaminação dos terrenos por parte
da Empresa de Electricidade da Madeira.”
