Quintino Costa reagiu à recente agressão a um árbitro
num jogo de escalões de formação. O líder do Partido Trabalhista entende que este não é um caso isolado e dá conta que "quem acompanha estes jogos ao fim-de-semana depara-se com actos
de violência física e verbal por parte dos vários intervenientes, desde
treinadores, diferentes pais e jogadores".
Para fazer face à violência nos encontros desportivos, o PTP pede acção à Região e os seus decisores
políticos: "não podem continuar a assobiar para o lado no que diz respeito aos
vários tipos de violência que se verifica", pretendendo que "os espaços desportivos públicos e os dinheiros públicos não sejam
utilizados para incentivo a violência e mesmo para actos violentos como
aconteceu este fim-de-semana".
Quintino Costa denuncia a não actuação das forças policiais presentes durante as partidas. "As autoridades policiais muitas vezes estão presentes e assistem a actos incorrectos sem que nada façam". Bem como a passividade dos clubes, autoridades e associações de futebol, que permitem e financiam a violência. "O que é verdadeiramente inacreditável, inqualificável e que tem de ter consequências", conclui.
O PTP exige que as autoridades tomem as devidas medidas para
acabar com os campos de batalha existentes nos eventos desportivos.
