Em comunicado, o Chega aufere que das queixas da população
local “se destaca a ausência do helicóptero de evacuação e salvamento”, sendo
que o este “está parado por falta de manutenção”.

O Chega considera a situação “inadmissível e que põe em
risco vidas humanas.” Sem helicóptero funcional, “em situações de mau tempo na
Madeira é impossível evacuar pessoas com emergência médica, visto que com mau
tempo o avião não poderá aterrar na Madeira.”

Outro problema identificado “prende-se com as
ligações áreas e marítimas”, sendo que “o custo do transporte de mercadorias
entre a Madeira e o Porto Santo é quase tão elevado como praticado entre Portugal
continental e a Ilha da Madeira.” Explica que “a população apela que, em
virtude do fim do actual contrato de concessão, o novo caderno de encargos
contemple os verdadeiros interesses da população do Porto Santo.”

O comunicado refere, ainda, que “outra das queixas foi com a
gestão feita pelo governo regional em relação à pandemia do covid-19, que foi
totalmente desproporcional à realidade vivida naquela ilha.” O Chega-Madeira
não entende porque é que uma ilha sem casos continua a ter recolher
obrigatório.

“Outro assunto pertinente que nos foi colocado é do
crescente aumento de casas em avançado estado de degradação, se a nível
estético é mau para a imagem de uma ilha turística, também poderá causar problemas
em termos de saúde pública visto atraírem ratos, baratas entre outras pragas. Queremos
também referir que o Penedo do Sono, uma infraestrutura que custou milhões,
encontrar-se lamentavelmente ao abandono”, conclui o comunicado do Chega.