O Festival Aleste 2021 foi apresentado esta manhã, no Salão Nobre dos
Paços do Concelho do Funchal. O presidente da Câmara Municipal do Funchal,
Miguel Silva Gouveia, e os responsáveis pela organização do festival, Diogo Freitas, Fábio Remesso e Mafalda Brazão, assinaram o protocolo que oficializa a colaboração da Câmara à
realização deste evento, com um apoio financeiro que ascende aos 12.000 euros.
O presidente da Câmara Municipal louvou o empenho da Aleste –
Associação Cultural em “procurar manter vivo um festival que já uma marca da
cidade do Funchal, e que tem espalhado o amor por esta cidade nos últimos seis
anos.” A edição do ano passado do Aleste teve um adiamento para 2021 forçado
pela pandemia, regressando agora sob um conceito diferente. Será um restaurante pop-up, com intervenção musical.
Miguel Silva Gouveia atesta que “aliando a gastronomia à
musicalidade, aos sentimentos que o Aleste tem trazido à cidade, temos reunidas
todas as condições para fazer um evento inesquecível.” Almeja que durante o
evento o sentimento da pandemia seja “como uma má memória”, para que se celebre
“o calor humano e a emoção de estarmos perto uns dos outros.”
O festival decorrerá sob todas as normas de segurança impostas
pelas autoridades. Para evitar ajuntamentos terá lugares marcados, numa lotação
total que não foi ainda definida. Sê-lo-á mais perto da data, consoante a situação
pandémica da altura.
O autarca destacou o “trabalho de adaptação e criatividade
para manter eventos, como tem sido apanágio da cidade do Funchal”, que tem sido
“uma referência a nível nacional na forma como tem conseguir continuar a
produzir cultura.”
“Podem continuar a contar com a Câmara Municipal do Funchal para
continuar a produzir cultura, continuarmos a ser parceiros”, conclui Miguel
Silva Gouveia.

