Acompanhado do presidente do PS Madeira, Paulo Cafôfo, o
presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Silva Gouveia, que é também
(re)candidato pela Coligação Confiança nas próximas eleições Autárquicas, subiu
esta tarde às zonas altas de Santo António, onde visitou as obras em curso na
nova acessibilidade à Entrada 84 do Caminho do Curral Velho.

Oportunidade não só para contactar moradores e enaltecer
o “envolvimento e participação” destes “na cedência de terrenos”, mas sobretudo
criticar os partidos que tentaram boicotar os investimentos no concelho.

A obra lançada o ano passado e prevista estar concluída
em Agosto representa uma “conquista a todos os níveis para os funchalenses, que
apesar de todos os boicotes, apesar de dois orçamentos chumbados, a obra está no
terreno”, destacou.

Lembrou que o investimento de 213 mil euros vem “colmatar
as necessidades de acessibilidades” sendo esta “uma de quatro [obras]” lançadas
pelo Município nas zonas altas.

Além de servir cerca de 20 proprietários, Miguel Gouveia
espera que o novo acesso também contribua para “resolver o problema crónico do
estacionamento” na zona.

Tudo razões para reafirmar que esta “é uma conquista para
todos os funchalenses e é uma derrota para aqueles que pensavam que poderiam
parar o Funchal”.

Realizada no âmbito do roteiro de proximidade ‘Fazer
Diferente’, esta visita do PS/M procura realçar “aquilo que é a marca do
Partido Socialista no Poder Local”, vincou Paulo Cafôfo. A coesão territorial e
a igualdade é o tema desta semana, a primeira de 10 semanas onde os socialistas
vão abordar, em toda a Região, 10 temas.

O objectivo destas acções, segundo o líder socialista
madeirense, visa encontrar uma base para criar um programa “que seja uniforme e
comum” e “preparar o Partido para as eleições Autárquicas”. Além das questões
estratégicas, também importa mostrar às pessoas o que distingue os projectos autárquicos
do PS, na certeza que “fazemos diferente e fazemos a diferença”, diz.

Cafôfo lembra que “a Câmara desde 2013 tem procurado
reduzir as assimetrias territoriais, mas também o incremento da qualidade de
vida das pessoas, o que reduz também as assimetrias sociais”. Mais ainda quando
os investimentos são feitos “com bom planeamento”, na certeza que “um bom
planeamento significa o melhor investimento”.

O ex-autarca sublinhou a importância dos investimentos
nas acessibilidades nas zonas mais desfavorecidas da cidade “para que a cidade
não tenha dois ritmos”. Investimentos que diz contribuir para “aproximar a qualidade
de vida do centro da cidade às pessoas que vivem nas zonas altas”.