Serão cerca de 1.200 os alunos da
Universidade da Madeira (UMa) que vão fazer, amanhã, um teste rápido para
despiste da covid-19. O rastreio vai acontecer entre as 9 horas e as 18h30 no
piso -2 do Campus da Penteada.
Na iminência do recomeço das
aulas presenciais na academia madeirense, os alunos têm, assim, uma
oportunidade para saberem se estão ou não infectados com o novo coronavírus. O rastreio
não é obrigatório, pelo que, os estudantes interessados em realizar o teste
procederam, previamente, ao preenchimento de um formulário dando conta da vontade de serem
submetidos ao teste.
Apesar de ser gratuito, apenas
pouco mais de metade dos 3.156 alunos da UMa mostrou interesse no rastreio.
Refira-se que alguns alunos, dos
vários ciclos de estudos, por frequentarem cursos que já ‘obrigam’ a uma
testagem da covid-19, por diversos motivos, entre eles a participação em
estágios ou o exercício de profissões ligadas à saúde, optaram por não se
inscrever neste despiste da doença.
São disso exemplo os estudantes dos
cursos de Educação Básica, Enfermagem, Direção e Gestão Hoteleira, Educação
Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico, Ensino de Educação Física
nos Ensinos Básico e Secundário, Psicologia da Educação, Ensino de Matemática
no 3º ciclo do Ensino Básico e no Secundário e Pós-Licenciatura de Especialização
de Saúde Mental e Psiquiátrica.
De entre as outras justificações
dadas para a não realização dos testes, houve alunos que já contraíram a doença,
outros que serão ou foram testados recentemente na sequência de viagens para
fora da Região, e outros ainda que já foram vacinados.
Além disso, fonte da UMa deu
conta, ao DIÁRIO, de que a não obrigatoriedade da realização do teste, o espaço
curto para a resposta e a falta da consulta do seu endereço institucional são “motivos importantes a serem tomados em consideração no processo”.
Refira-se que os docentes e pessoal não docente não estão
abrangidos por este rastreio, já que uma parte da foi vacinada e está prevista,
em breve, a inoculação dos restantes.

