Miguel Albuquerque está na sede do Serviço Regional de Protecção Civil da Madeira a acompanhar todos os desenvolvimentos do mau tempo que fustiga o arquipélago e, em jeito de balanço, o chefe do executivo madeirense assegura que "não houve nenhum dano pessoal a lamentar".

"Houve
um índice de pluviosidade e granizo muito intenso, sobretudo que atingiram a
Costa Sul. Isso levou a cerca de 80 a 90 ocorrências, que se prenderam
sobretudo com quedas de árvores, infiltrações, inundações, nada de muito grave.
Infelizmente, temos quatro famílias, compostas por cerca de 12 pessoas, que
tiveram de ser realojadas, porque viviam em condições precárias e neste momento
estão realojadas pela Segurança Social", precisou.

A nível de estradas, não existem muitas interrompidas, tendo Miguel Albuquerque indicado apenas uma em Santana. O presidente do Governo Regional disse ainda que as ribeiras "aguentaram muito bem", mas "alguns ribeiros mais
pequenos transbordaram".

Sobre o apagão geral, que durou cerca de duas horas, Albuquerque explicou que "houve um raio que atingiu as ligações" da Empresa de Electricidade da Madeira (EEM) entre o Funchal e a Calheta e confessou ter existido "alguma dificuldade a repor a energia através do despacho, que não estava a
responder" visto que o raio que atingiu estas linha foi "muito forte" e "ninguém estava à espera da sua dimensão".

Albuquerque fez ainda um apelo à população para que evite circular na rua este domingo.

"A circulação é sempre perigosa e temos de evitar circular. Amanhã, tentem evitar não ir para as serras e não ir
para as veredas, levedas ou para zonas de escarpas. A situação
metereologica ainda está muito instável".

Ao carregar, aceita a política de privacidade de Facebook. Abrir em Facebook