O Museu Henrique
e Francisco Franco vai passar, a partir deesta sexta-feira, a disponibilizar nas suas
visitas a oportunidade dos visitantes conhecerem o acervo do museu por meio da
utilização de óculos de realidade virtual, que pretende incutir um olhar inovador
e renovado sobre a coleção dos irmãos Franco.
O Presidente da
Câmara Municipal do Funchal, Miguel Silva Gouveia, esteve presente no
lançamento e referiu que “esta nova ferramenta não vem substituir uma visita ao
museu, mas sim complementar a informação sobre o seu acervo, desafiando a
curiosidade dos nossos visitantes e proporcionando-lhes experiências
diferentes. Acreditamos que é uma nova forma de incentivarmos as pessoas as
visitarem o museu e também de adaptar a sua estrutura às necessidades atuais
que não permitem grandes ajuntamentos.”
O Museu Henrique
e Francisco Franco desenvolveu este projeto em parceria com o Designer Gráfico
Orlando Nóbrega, que concebeu os conteúdos da visita virtual imersiva para esta
nova ferramenta. Esta permitirá ao público visitar virtualmente a exposição
atual e parte do acervo em reserva, bem como uma fração da estatuária pública
de Francisco Franco, através de uma experiência de visualização em realidade
virtual e a 360 graus.
O autarca
sublinhou que “num futuro próximo, pretendemos disponibilizar a visita
interativa nas redes sociais do museu, oferecendo ao utilizador um percurso virtual
fluído e intuitivo pelas obras em exposição, e que pretendemos que sirva de
impulso para uma posterior visita física ao Museu.”
A visita virtual dará
a possibilidade ao utilizador de, a partir de qualquer local, aceder a diversos
pontos de navegação com informação adicional e também de visualização de toda a
exposição atual em 3D e 360 graus. A aplicação terá atualizações periódicas e
está apta para navegação através de qualquer dispositivo informático e também em
tablets e smartphones.
O Presidente
conclui que “a Câmara Municipal procura sempre soluções para corresponder às
necessidades dos diversos tipo de públicos que visitam os museus municipais e
este é mais um passo no sentido de continuarmos a afirmar o Funchal como uma
cidade de futuro, reafirmando a importância das novas tecnologias de
comunicação em termos de acessibilidade e de divulgação do espólio histórico e
patrimonial da cidade.”

