A segurança da nossa população foi "o valor maior"
que teve o Governo Regional, lembrou o secretário regional de Economia, esta
noite, na cerimónia das '500 Maiores Empresas', quando explicava os desafios
que foram impostos às empresas com a pandemia e que obrigou o Governo Regional
a “acomodar o impacto”, nomeadamente através das moratórias, do lay-off e dos
apoios de 235 milhões de euros.

O governante disse também que os "indicadores são
bons", mas pediu alguma cautela. A "economia portuguesa tem vindo a
estagnar nas últimas décadas" e não acusa o crescimento necessário.
"É preciso atalhar outro caminho".

Na Madeira, cerca de 1,8% do PIB será alocado na
investigação, uma área que, observou Rui Barreto, está em crescimento e poderá
criar postos de emprego. Falou ainda dos recursos alocados para a economia azul
e na área científica e subaquática.

O secretário regional deu nota dos investimentos previstos
no Orçamento Regional, cujo debate arranca na segunda-feira na Assembleia
Legislativa da Madeira, e pediu o contínuo suporte dos "grupos económicos
mais robustos e mais fortes" a investir na Madeira.

Sobre as verbas do PRR, que vão servir para a revolução
digital ao nível da Administração Pública, quer que as mesmas cheguem também às
empresas.