Boa noite!

A
Madeira voltou a ser eleita, pela 7.ª vez consecutiva, como ‘Melhor Destino
Insular do Mundo’ nos ‘World Travel Awards’. Há quem diga que este tipo de
prémios de pouco valem. Outros dirão que são melhor do que nada. E a maioria
encolherá os ombros, indiferente ao regozijo porque aparentemente nada ganha.

Como
revelou recente um estudo universitário, enquanto houver Cristiano Ronaldo a
puxar pela ilha que o viu nascer, a Região continuará a multiplicar notoriedade
e reconhecimento internacional. Primeiro porque tem atributos diferenciadores.
Segundo porque tem procura. Terceiro porque tem ambição. Quarto porque soube
rodear-se de gente influente. Quinto porque tem melhores do mundo em diversas
áreas, que tal como CR7, são capazes de influenciar toda uma “cadeia de
atitudes, reações e comportamentos pessoais e sociais com impacto positivo no
turismo da Madeira”.

Por
coincidência, o DIÁRIO também conquistou prémios hoje, mais três nos ‘European
Newspaper Awards’. Uns dirão que foram comprados, como outrora sussurrou quem
nos quis liquidar sem sucesso. Outros soltarão, a custo, uns tímidos elogios.
Alguns considerarão, sem complexos, que quem faz bem, tem a justa recompensa.

O
momento é de felicidade, mesmo que haja sempre voluntários para dela dar cabo, mesmo que todos saibamos que nesta ilha de vencedores
também abunda a inveja, a mesma que liquida as aspirações colectivas e tudo faz
por desmerecer aqueles que, com mérito, vão da mediocridade se libertando.