“Quando estamos perante um
Governo da República Socialista que, há seis anos, chegou ao poder sem vencer
as eleições e que mais não fez do que prejudicar todos os Portugueses,
particularmente os que vivem na Madeira, não restam muitas dúvidas de que estas
eleições Legislativas antecipadas são, acima de tudo, uma oportunidade para
derrotarmos a mediocridade e a incompetência da esquerda que ainda lidera
Portugal” afirmou, esta noite, o Presidente do PSD/Madeira, Miguel Albuquerque,
na Ponta do Sol, o segundo encontro de Militantes levado a cabo hoje, depois da
Calheta.

Um encontro que serviu para
reforçar os apelos à união e mobilização dos Militantes rumo às Legislativas
Nacionais do próximo dia 30 de janeiro, eleições essas que se assumem
fundamentais “para que a Madeira veja reforçada a sua representação na
Assembleia da República e, com isso, ganhe uma maior capacidade de reivindicação
e de defesa dos interesses dos Madeirenses, gravemente esquecidos nos últimos
anos”, disse.

Albuquerque que, a este
propósito – e seguindo a lógica de maximizar todas as forças políticas contra o
PS – reiterou a sua estratégia política assente numa candidatura conjunta com o
CDS ao parlamento nacional, explicando que a mesma seguirá o método de Hondt,
ou seja, que os quatro primeiros lugares caberão ao PSD/M e, o quinto, ao CDS.

“Temos um Governo de
coligação a trabalhar muito bem – e a cumprir, com estabilidade, todos os seus
compromissos – temos dois Grupos Parlamentares que têm vindo a trabalhar muito
bem e em conjunto, assim como também tivemos, nas últimas Autárquicas, a
evidência de vencermos as eleições maximizando esta coligação”, disse Albuquerque,
considerando que, à luz desta experiência e em função dos objetivos políticos a
que o PSD/Madeira se propõe para as Legislativas Nacionais, não faz qualquer
sentido entrar em disputas eleitorais com o CDS nem, tampouco, perder o
potencial que uma solução conjunta pode traduzir na representação a alcançar na
Assembleia da República.

“Vamos apresentar esta
solução no Conselho Regional do próximo sábado e o nosso objetivo passa, de
facto, por maximizarmos todos os votos que pudermos contra este estado de
coisas, reforçando a nossa força e a nossa capacidade de trabalhar em prol da
Madeira e do Porto Santo”, vincou, reafirmando que a Madeira tem de estar
sempre primeiro e bem acima de todos e quaisquer outros interesses.

“O tempo é curto, teremos de
concentrar toda a campanha basicamente no mês de janeiro, mas acredito que, com
a união e mobilização dos nossos Militantes, é possível alcançarmos um bom
resultado”, rematou.