A Madeira foi coroada como a melhor ilha de
férias da Europa como reconhecimento por ser um destino seguro para a covid-19. Assim intitula um jornal online do País de Gales, num artigo que aborda vários aspectos desta nova realidade, mas com um prémio que até já é frequente, por ter sido a 8.ª distinção, a sexta consecutiva.
"Foi o primeiro destino no exterior a
receber turistas do Reino Unido em Maio de 2021", refere o 'Wales online', fundado em 2008 mas com um background baseado em dois jornais impressos de referência, o 'Western Mail' e o 'South Wales Echo'.
"A Madeira foi eleita o melhor destino
insular da Europa nos World Travel Awards, à frente de 11 locais na Grécia,
Baleares e Ilhas Canárias", refere. A abertura ao mercado britânico ocorreu "após a proibição de
viagens de lazer no exterior ter sido suspensa após a pandemia de Covid", refere.
"O secretário regional do Turismo e
Cultura e presidente do Gabinete de Promoção da Madeira, Eduardo Jesus,
afirmou: 'O prémio deve encher de orgulho todos aqueles que trabalham no
turismo na região, bem como os residentes que vêem os seus terrenos ser
continuamente valorizados internacionalmente.", citam o governante madeirense.
“Temos motivos para estar satisfeitos
com a forma como a Madeira reagiu à pandemia, através da afirmação da segurança
que aqui vivemos”, acrescentam citando Eduardo Jesus.
No artigo, referem, por isso que "o destino foi reconhecido pelo seu
excelente trabalho na pandemia de covid-19, tornando-o uma das opções de férias
mais atraentes e seguras", onde "existem excelentes opções de spas, monumentos históricos e óptimos
hotéis e restaurantes, para provar a deliciosa gastronomia e os premiados
vinhos madeirenses".
Refira-se que os World Travel Awards distinguiram a Madeira na edição deste ano, mas também em 2020, 2019, 2018, 2017, 2016, 2014 e 2013, 'falhando' em 2015, como melhor destino insular da Europa. Em acrescento, a Madeira é candidata, uma vez mais, ao prémio de melhor destino insular do mundo pela mesma organização, distinção que vence consecutivamente desde 2015 e a acontecer seria pela sétima vez.

