O volume de atum patudo descarregado nas lotas
da Região atingiu em Setembro uma subida de 95,87% por comparação com o mesmo
mês em 2020.
Os dados apurados pela Direcção Regional de
Pescas, através dos serviços de lotas e entrepostos, revelam ainda que a seguir
ao atum patudo o gaiado foi a espécie mais capturada, com 93,76%.
O chicharro, com mais 34,82%, a cavala mais
18,62% e outras espécies (peixe fino) com mais 79,08% surge logo a seguir. No
total, o pescado descarregado em toda a Região regista uma subida de 13,07%.
Em termos de valor comercial, regista-se um
aumento de 2,70%. Em Setembro de 2020 a facturação cifrou-se nos 12.043.154,92
euros, no mesmo mês de 2021 o valor apurado é de 12.368.490,58 euros.
Já quanto às descidas, o atum voador, com menos
53,19%, o peixe-espada, menos 12,22% e a lapa com menos 8.9% são as mais notadas.
O total de capturas descarregadas nas lotas no
mês de Setembro de 2020 foi de 4.059.410,07 Kg e de
4.590.101,25 em 2021.
O secretário regional de Mar e Pescas lê os
números com moderado optimismo, salientando que “a actividade económica só agora começa
a ter alguma consistência”. Teófilo Cunha entende que “é preciso esperar mais
algum tempo para se perceber se a pandemia nos irá permitir aumentar e
consolidar alguns indicadores económicos, como é o caso das pescas”.
