De acordo com a VINCI Airports, segundo dados a 30 de Setembro, o tráfego no Aeroporto do Funchal (Madeira) está quase de volta ao nível de 2019.

A informação da VINCI refere que em Portugal, "o número de passageiros
praticamente duplicou neste verão em comparação com o verão passado. Desceram
46% em relação ao verão de 2019. O tráfego no Porto em agosto foi bastante
dinâmico (-35%), com algumas rotas a atingirem ou ultrapassarem os níveis de
2019 (Zurique +16%, Luxemburgo +6%, Madeira +32%). O tráfego no Aeroporto do
Funchal (Madeira) está quase de volta ao nível de 2019 (5% menos em agosto). A
tendência abrandou em setembro, mas a decisão de abrir as fronteiras a turistas
do Brasil em 1 de setembro e de flexibilizar as restrições ao tráfego
transatlântico de e para os Estados Unidos deve estimular a procura de voos
este Inverno", acrescenta.

Cerca de 30 milhões de passageiros viajaram através da
rede VINCI Airports no terceiro trimestre de 2021, ou seja, o dobro (98% mais)
do que no terceiro trimestre de 2020. Em comparação com o T3 2019, o número de
passageiros diminuiu 59%.

No verão de 2021, os números subiram acentuadamente em França, Portugal, Sérvia, Irlanda
do Norte, Brasil e Chile e voltaram mesmo aos níveis de 2019 na Costa Rica e na
República Dominicana. O facto de a pandemia estar sob controlo na maioria dos
países e a introdução do Certificado Covid da UE levou a várias decisões de
reabertura parcial de fronteiras. Ilustrando esta tendência ascendente no
tráfego internacional, o tráfego doméstico representava a esmagadora maioria do
tráfego na rede VINCI Airports em 2020, mas voltou ao nível habitual (28%) este
mês de setembro. No entanto, o tráfego internacional ainda não atingiu todo o
seu potencial, uma vez que muitos países continuam a aplicar restrições
parciais ou totais aos viajantes que entram no país. É o caso do Camboja, Japão
e Reino Unido, todos eles continuaram a aplicar regras rigorosas.

"A tendência estabilizou em setembro, em comparação com
julho e agosto, mas espera-se que volte a subir uma vez que as restrições sejam
mais flexibilizadas. O ressurgimento da pandemia em alguns países e um abrandamento das
viagens de negócios e de seniores, fez com que o tráfego em setembro
estabilizasse ou caísse em alguns aeroportos, enquanto a recuperação continuava
noutros. Posto isto, a esperada flexibilização de várias medidas de retenção do
tráfego internacional (no Chile, no Reino Unido e no Japão) e o recentemente
anunciado plano para reiniciar os voos transatlânticos de e para os Estados
Unidos em 1 de novembro, deverá impulsionar a recuperação nos próximos meses",. acrescenta.