Segundo o comunicado, o relato do que foi dito na última Assembleia Municipal revelam-se como "absolutamente falsos e evidenciam o nervosismo e a forma de atuar do partido pelo qual foi eleito", no caso o JPP.

Dizem os social-democratas que este procura, "em ano de eleições autárquicas, baixar o nível do debate, lançando, de forma leviana, ataques pessoais e institucionais, e, simultaneamente, desviar as atenções das situações que levaram às notícias, com destaque de primeira página, que envolviam o autarca em contratos pessoais com o executivo camarário do seu partido, considerados ilegais pelo Supremo Tribunal Administrativo: 'SANTA CRUZ Câmara faz ajuste directo com presidente da Junta. Autarca do JPP do Santo da Serra vai prestar serviços de carpintaria durante um ano por 12 mil euros'", lembram.

Desta forma, já depois do visado nas denúncias, Martinho Gouveia, ter reagido hoje à mesma notícia, o PSD vem manifestar "a sua solidariedade para com os seus dirigentes visados por mais este ataque baixo de um autarca do JPP – Juntos pelo Povo e reforça que nunca se deixará perturbar com esse tipo de registos eleitoralistas primários, que seguem a linha da atual governação concelhia de Santa Cruz".

E conclui: "O Partido Social Democrata prosseguirá imperturbável a sua caminhada consistente, num projeto sério que sirva verdadeiramente os interesses dos munícipes e que faça crescer Santa Cruz, transformando-o num concelho de futuro."

Refira-se que José António Reis criticou Gouveia e ainda disse que tentaram aliciá-lo a trocar o JPP pelo PSD, sem referir o nome da pessoa, recebendo em troca um emprego no Governo Regional. Martinho Gouveia terá entendido que a acusação era contra si, resultando nesta troca de acusações.